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Informações sobre o mundo dos investimentos, mercado financeiro, commodities, dólar, bolsa de valores, ouro, petróleo, minério de ferro, day trade, e as questões políticas que envolvem o mercado.
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O peso das decisões.
A China apesar de ainda se ressentir do impacto das medidas
sanitárias, começa a administrar a saída do ciclo de fechamento, refletindo esta
política, os índices de crescimento ainda resistem no campo negativo. Mesmo com
números fracos, as bolsas por lá fecharam em alta, devido à expectativa de
interferência no mercado, pelo Banco Central Chinês com estímulos a produção.
Espera-se, a injeção de novos recursos na economia. Ainda no continente
asiático, a Coreia do Sul sente o impacto no mercado de semicondutores, o
aumento de concorrentes, principalmente no mercado americano, pode atrapalhar a
economia do país dentro em breve, por lá o pregão segue negativo pelo quarto
dia. No Japão, algo que não se via há muito tempo, tem chamado a atenção dos
gestores. A inflação tem dado as caras por lá e obrigado o Banco Central Japonês,
a intervir na taxa de juros. A meta da inflação pode ser atingida se não houver
interferência, o teto da meta é de 2%.
Engatada nesta perspectiva do mercado asiático, a Europa,
abriu seus pregões em forte alta, apoiada na possibilidade de números internos mais
animadores, acenando com o recuo do risco de recessão. O esperado inverno rigoroso,
ainda não se mostrou por inteiro e pode não ocorrer, para alívio do cidadão
europeu, isto tem ajudado a manter o preço do gás em patamares mais razoáveis. Ainda temendo os desdobramentos da guerra na
Ucrânia, as negociações para apoiar o país, seguem forte no continente. Ataques
recentes as cidades no território atingido, tem deixado a população sem
infraestrutura no rigoroso inverno local. Revides das forças de defesa tem chegado
a alvos na retaguarda russa. Apesar do elevado controle de informações, há relatos
de que Moscou tem sentido os golpes.
Nos EUA, com uma semana cheia de novas informações, o
mercado abre com algum otimismo, a aguardada publicação da ata da última
reunião do FED, vem com boas expectativas. O mercado espera que os relatos
sejam de alívio. Diante da visão que se tinha no final de 2022, a manutenção
dos juros no patamar atual, é um sinal de tranquilidade para a economia. Ainda
teremos a divulgação dos dados do emprego e os PMI da indústria e da construção,
as expectativas são favoráveis ao mercado. Dow Jones S&P500 e NasDaq,
avançam na casa dos 0,8%.
O Brasil, que, foi uma das poucas economias que tiveram
pregão no dia de ontem, a abertura, amargou queda violenta de 3 pontos
percentuais, com dólar batendo a casa dos R$ 5,40. Hoje o dia parece não ser
diferente, na abertura dos índices, a bolsa caminha para o campo negativo e o dólar
busca se posicionar na alta. A volatilidade do atual governo promete testar a
condição cardíaca dos investidores.
O minério de ferro e o petróleo, mesmo com o alívio nos
mercados, sinalizam retração no futuro. Hoje, refletindo o feriado do dia de
ontem na China, o minério de ferro fechou com leve alta de 0,24% em Singapura. O petróleo
trabalha na casa dos USD$ 85,00 com queda de 0,7%.
Petrobrás e Banco do Brasil refletiram os sinais de
interferência do governo nas empresas. Petrobras engoliu -7% devido a fala de
que a política de preços, deve mudar para acomodar um aumento de impostos sobre
os combustíveis. Já o Banco do Brasil esteve envolvido em disputas internas
quanto a cargos de indicados para sua diretoria. A batalha por poder no governo,
promete complicar
mais ainda a atual fragilidade do país.
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