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Destaques
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Acontecimentos em Brasília.
Início da semana.
Sem muitas modificações no mercado externo, as bolsas mundo afora operam no campo positivo.
Europa
O mercado europeu segue a reboque das notícias
vindas da China. Apesar do conflito na Ucrânia ainda estar longe de seu fim, a normalidade
se aproxima da vida cotidiana do cidadão europeu. O retorno dos preços do gás, excêncial
para o aquecimento neste inverno, aliviou a pressão sobre a inflação no
continente. O risco de uma recessão a frente, ainda não foi descartado, os índices de emprego situam-se na casa dos 6% com possibilidade de atingir os 7%. Hoje os
mercados operam com altas que índices que variam de - 0,1% a 0,6%, com o setor de construções
performando na casa de 2,1%.
EUA
Após a definição dos rumos determinados pelo FED na última
ata do órgão, o mercado se volta para as questões políticas no congresso
americano. A definição de Kevin McCarthy para a liderança da casa foi bastante
acirrada. Pelo que tudo indica, a Casa Branca não ficou muito constrangida com a
ascensão do Republicano. Há quem diga que ele não será um feroz combatente dos
planos do governo Biden. Com esta perspectiva o mercado sente que o lado político
não irá gerar instabilidade em breve, e segue hoje com números modestos, mas
positivos. Por lá as matérias de capas dos sites deram maior espaço aos acontecimentos
ocorridos no final de semana em Brasília, é visível um especial interesse no Congresso
sobre os desdobramentos dos fatos no Brasil.
Ásia/Pacífico
O processo de liberação das restrições sanitárias
na China, seguem seu curso. Os países próximos, ainda fazem algumas restrições
a viajantes oriundo do país, porém, as barreiras começam a cair gradativamente.
O temor de um aumento nos acontecimentos sanitários ainda e presente, porém o
governo de Xi Jinping, segue firme no propósito de acelerar a máquina para a
recuperação econômica do país. O custo da paralização da economia pode ser
maior do que os resultados no PIB. Podem esbarrar na estabilidade política, que
recentemente deu sinais de fragilidade. Aparentemente o governo central está
atento a esta ameaça. Os mercados da região fecharam com fortes elevações com
Seul e Hong Kong liderando os números.
América Latina
Vivendo um período bastante conturbado, o
continente segue com suas convulsões intestinais. No último fim de semana os manifestantes
em Brasília, descontentes com a condução do processo eleitoral recente,
realizaram mais uma demonstração de força. Apesar de alguns incidentes, que
levaram a destruição de património das Casas dos Três Poderes, e a consequente
prisão de vários infiltrados no meio da população pacífica. A posição dos insatisfeitos
foi mantida. Após os eventos, a base que ainda está montada no entrono do QG do
exército na capital do país, voltou a ser ocupada. Um pequeno enfrentamento
entre as forças de segurança do Distrito Federal e forças de patrulhamento do
exército foi ensaiado sem maiores consequências. Há relatos ainda não
confirmados, de que dentro dos quarteis havia coro idêntico aos entoados por
manifestantes no acampamento. As declarações dos membros do governo atual, tem
colaborado para o acirramento dos nervos, em recente entrevista, o ocupante do cargo
de Ministro da Justiça afirmou que se necessário, solicitaria ajuda de países vizinhos
para o uso de forças de segurança auxiliares na repressão interna. Esta fala
foi interpretada como sinal de divergência entre o executivo e as forças
militares. Estes acontecimentos devem impactar o mercado esta semana. A reação
inicial é de um comportamento cauteloso, com possível queda no índice das ações
e elevação dos juros e dólar.
Commodities
Minério de ferro – segue na casa dos 115/117 dólares
a tonelada, com leve queda no último
pregão me Dalian, ressentindo a indefinição
momentânea do mercado Chinês. O mercado de petróleo tem oscilado entre os 75 e
80 dólares nos últimos dias. Esta trajetória se deve as incertezas quanto ao
consumo global para os próximos meses. Os produtores seguem calibrando sua
produção para evitar uma super oferta.
Em um começo de semana conturbado seguimos na busca de um
ponto de equilíbrio nas condições econômicas regionais e globais. Qualquer
movimento mais brusco altera os cenários possíveis. Um bom dia e cautela.
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