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O que vem pela frente.
Ao iniciarmos este novo ano, buscamos ver os rumos que a
economia mundial viverá em dois mil e vinte e três. No atual cardápio temos, guerra
na Ucrânia, risco de recessão na Europa, contagio sanitário na China, temor de desequilíbrio
econômico nos EUA, e um governo temerário no Brasil. Todos estes cenários
apontam para um ano muito difícil e perigoso. A instabilidade política será
maior. O distanciamento do Brasil, de uma postura mais frontal, quanto a
pressão mundial, para o relaxamento de sua política de austeridade econômica,
deve afetar a recuperação do país e acarretar a queda da produção,
principalmente a agrícola. Esta realidade deve agravar ainda mais, o já caótico,
mercado das commodities, principalmente as agrícolas. A capitulação do Brasil
diante de forças “progressistas” desequilibra a balança que havia entre os países
emergentes e o grupo do G 7. Este embate regulava o domínio do dólar como
padrão de comércio internacional, que hoje já não inspira confiança nos
mercados pelo nível de endividamento no governo Americano e pela atual política
econômica vigente no país. Estrategicamente, o controle da capacidade produtiva
do Brasil, servirá para sufocar o crescente poder das nações laterais. China, Índia,
Rússia, Emirados Árabes e Arábia Saudita, perdem um importante aliado nesse
confronto, que agora passa a ser ferramenta de chantagem econômica, o mundo
necessita de alimentos e o país é um importante player. O Conflito no
território Ucraniano, outra fronteira agrícola, ainda está longe de se
resolver. Por lá, a tendência é que tenhamos um prolongamento dos combates, com
o risco potencial de elevar o nível da destruição. O desencadear de uma guerra
generalizada é real e próximo. As forças reunidas em Bruxelas, oriundas das
velhas oligarquias estacionadas na Europa e nos EUA venceram este round, agora
devem se concentrar na derrubada de Moscou, na batalha pelo domínio da Ucrânia.
Deveremos ver muito sangue inocente, ser sacrificado para a manutenção desta
hegemonia. Uma vez conquistado este front, o próximo centro a ser abatido será
Pequim, porém ali a situação será mais complexa. A ameaça de invasão de Taiwan
está cada dia mais presente. Como a ilha é berço da importante indústria de
semicondutores e detêm os mais avançados processos produtivos nesta área, as
manobras para domínio do território serão pesadas. A atual indústria não
sobreviveria a uma destruição desse nível. A visão para dois mil e vinte é três
não é muito animadora, porém vejo, que surgem dentro das sociedades destes países
dominantes, movimentos de rejeição das políticas implementadas por seus
governantes, estas insurgências podem abalar as estruturas internas e causar
uma reviravolta nos rumos destas nações. O horizonte é confuso, mas a realidade
é presente. Somente o caminhar dos acontecimentos, podem nos balizar melhor
quanto aos desdobramentos destas questões, o ano mal começou, e o que hoje, se
parece desolador, pode descortinar numa visão mais límpida de animadora. O que
podemos fazer no memento é nos prepararmos para tempos difíceis e torcer para
que a ganancia e a ira não reinem sobre as cabeças dominantes do planeta. Um grande
abraço e mantenham a calma. Os ventos de uma tempestade agitam as ondas, mas, enfunam
as velas, que nos levam para longe dos raios e do mar bravio e traiçoeiro. Feliz
2023.
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